segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ainda dá tempo!



Hábitos novos.
               Tecnologias novas... 
                              Ideias novas!
                                     Vale a pena sempre! 
                                                    Preservar e utilizar racionalmente é  
                                                                sempre a melhor pedida.

Abraços e até outra vez!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Redes sociais virtuais x vida real



As redes sociais formadas em espaços virtuais são os locais que as pessoas utilizam para interagir na internet – quer com interesse profissional quer pessoal – a fim de compartilhar suas experiências de vida, aumentar o conhecimento, ter e propiciar momentos de descontração, aprendizado, descobertas, conquistar novas amizades e muito mais.



Sites de diversos formatos têm se ocupado dessa que parece ser a maior tendência da primeira década do terceiro milênio (vixe, quando numeral, rssss): o relacionamento interpessoal através da internet. Conhecer alguém no mundo real e perguntar qual o seu endereço do Orkut, MSN, Facebook, Twitter e etc. é quase tão automático como perguntar o nome do indivíduo! E quem diz que não segue essa tendência está fadado ao fracasso social. Não tem computador? Recorra a uma lan house. Não sabe como lidar com essas coisas? Aprenda o mais breve que puder!

Feito isso, comece rápido a postar o que fez ontem, a encher seu álbum de fotos bacanas, a fazer com que as pessoas te reconheçam e te vejam como bem sucedido nesse meio imaginário... Sem esquecer de ser sempre bem-humorado, interessante, aparecer bem na foto, ter amigos legais e descolados; e assim conquistar seu espaço virtual.

Como tudo na vida tem seu lado bom e seu lado complicado, com as redes sociais virtuais e sites de relacionamento não poderia ser diferente.

Há aqueles que se utilizam desses sites pra fomentar a violência, a discriminação, os crimes (a exemplo da pedofilia) e tantas outras ações ruins que já estamos cansados de saber, ler e ver através dos noticiários.

Contudo, muitas pessoas conseguem manter contato com parentes distantes, amigos que há muito não veem ou até mesmo alguns que nunca viram pessoalmente, entre muitas outras coisas, através desses espaços virtuais. Além de mais econômico do que o velho e bom telefone é, às vezes, mais rápido e eficaz.

Cabe a cada um de nós ter bom senso no uso desse recurso. E aos pais e/ou responsáveis cabe a tarefa de guiar suas crianças e jovens durante essa empreitada, para que dessa relação homem x mundo virtual sejam colhidos sempre bons frutos.

(Esse é mais um dos resultados dos debates ocorridos no 4º bimestre nas turmas de 3º ano do CPM)

Agora a palavra é sua!

Abraços e até depois...

Tribos urbanas e o jovem contemporâneo





Punks, Skinheads, Rappers, White Powers, Clubbers, Grunges, Góticos, Drag Queens, Surfistas, Coloridos, Emos, Skatistas. Estes são apenas alguns grupos juvenis, chamados pelos sociólogos de “tribos urbanas”, encontrados diariamente nos grandes centros urbanos.

O que esses grupos denotam? Em muitos casos expressam os gostos musicais de seus componentes, além de regrarem o modo de vestir, o estilo de cabelo,  as atitudes e o dialeto falado (com gírias e expressões próprias) que, em muitos casos, só é compreendido por eles mesmos!!!

Como é sabido por todos, “desde que o mundo é mundo”, o jovem busca meios de expressar sua individualidade e de sentir-se respeitado pelos adultos por suas escolhas e por seu modo de agir, mesmo que seja diferente daqueles que são tidos como “normais”. “E daí, esse é o nosso jeito, pô! Ninguém entende?! Só sabem gritar com a gente! Eu quero assim e pronto, acabou-se! É a minha vida, ora!!! Eu tenho direito, saco!” E por aí vai...

O diálogo entre o jovem contemporâneo e os pais está cada dia mais condicionado ao fato de os pais compreenderem esse universo que cerca seus filhos.  E isso tem sido um fator importante, pois muitas vezes esses grupos ou “tribos” conseguem influenciar o jovem muito mais do que seus pais e/ou responsáveis.

E, às vezes, é aí que reside o perigo... Alguns adolescentes e jovens (infelizmente não poucos) têm enveredado pelo caminho do crime por conta de alguns grupos e das regras e normas que deles advêm. Há pessoas sendo espancadas violentamente e já houve casos de vítimas fatais ocasionados por motivos futéis, devido à ação de pessoas mal influenciadas por alguns inconsequentes!

O ponto é: saber passar por essas tendências, grupos, fases, ideias, tribos e afins e vivenciá-los de modo sadio e responsável, já que todas essas experiências fazem parte daquilo que nos compõe e ajudarão a moldar o nosso caráter e personalidade na vida adulta.

(Esse é o resultado de um dos debates ocorridos no 4º bimestre com as turmas de 3º ano do CPM)

Agora a palavra é sua...

Abraços e até mais!!!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Mais do mesmo

Bem, eu não poderia deixar de escrever aqui algumas palavras sobre esse evento que marcou tão positivamente o ano de 2010, profissionalmente falando, para mim.  É, ela mesma, a Olimpíada de Língua Portuguesa – Escrevendo o Futuro.

Tudo começou como mais um concurso a participar e como uma série de oficinas a encaixar no planejamento escolar. Resolvi acreditar no processo. O material se apresentou muito bom e os moldes das oficinas eram agradáveis e atraentes. E fomos em frente...  Discussões, descobertas, aprendizados sobre o nosso lugar – “o lugar em que vivemos” –  vieram à tona como uma represa que se arrebenta depois de tanto guardar...

Foi corrido, foi trabalhoso, foi sofrido, mas foi recompensador. Perceber os alunos agindo como verdadeiros cronistas foi algo mágico. Descrever o processo aqui talvez fosse muito demorado. Quero somente que vocês saibam que foi uma canseira maior do que a normal na vida de uma professora brasileira; que no começo quase todos os alunos diziam que não sabiam o que era crônica e que por fim, na etapa de seleção escolar,  foi difícil decidir o texto vencedor!

Classificação nas próximas fases não era algo tangível para mim, afinal tantas escolas se inscreveram, tantos textos estavam em jogo, era praticamente uma loteria. Os professores inscreveram um total de sete milhões de textos no Brasil todo e somente quinhentos seriam escolhidos, cento e vinte e cinco de cada gênero... Mas eis que um telefonema da SEC surge e... estávamos na semifinal. E era em Curitiba! Lá estava a Kamilly com a sua “Batalha no Latão”! Representante única das escolas estaduais de João Pessoa, encheu-nos de orgulho e alegria, essa cronista tão despretensiosa e misteriosa.

Então, lá fomos nós! Voando rumo a dias de aprendizado, encontros, alegrias, trocas de experiências, (re)conhecimentos e tantas outras coisas maravilhosas que nos aconteceriam naqueles três dias de novas oficinas.  Eram tantas coisas a falar e tanto a ouvir que nem dava tempo de dormir direito. Queríamos viver intensamente aqueles momentos. De meu lado, eu me reconhecia nos problemas e vivências das minhas colegas de curso. E Kamilly por sua vez nos brindava a cada dia com um sorriso mais largo e sincero e trabalhos lindos!

Você deve estar se perguntando “afinal, o que ela ganhou com tudo isso?”.  Além da medalha, dos livros, das coisas palpáveis; eu lhe resumo o que ganhei em uma breve expressão, tão simples, tão cara a todos nós professores e mais valiosa que bens materiais, entretanto tão esquecida:  o reconhecimento de um trabalho bem feito

Até outra vez!


terça-feira, 9 de novembro de 2010

Como aprendi e como ensino...

 
               É essa a minha essência. É do que fui e do que sou composta: vontade de aprender e compartilhar o saber! Esse vídeo é uma saudação a todos os meus colegas de profissão que, como eu, trazem bem fundo no coração o desejo de ser mais e melhor a cada dia, em prol do sucesso de outros seres.
               Até outra vez!...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Batalha no latão

Como sempre, vindo de mangabeira, bairro da escola ou por causa das aulas que dou ou por causa da educação física, sempre tenho que voltar de ônibus e SEMPRE esses malditos ônibus vêm lotados! Por que meu Deus? Por quê?
E que comece a batalha! Peguem as espadas, adagas e escudos; é hora de entrar no latão! Para começar já é o empurra-empurra na porta do ônibus: vencer a primeira etapa é passar pela catraca, afinal é meia hora de fila até a catraca. É focar num espaço e entrar. Focou o espaço e entrou é hora de saber se você cabe lá, porque sempre um espertinho toma seu lugar por direito...
E é aquela falta de ar, aquele arrocho, aquele amasso, e suor, pessoas vindo do trabalho, escola, parque de diversão... E minha viagem segue dentro do latão. Não preciso me segurar, as pessoas já me seguram. É um completo vácuo, nem o ar passa! E a vida no latão continua, quando começa a briga do bêbado com o cobrador. Inicia o show. Gritos, apoio moral e xingamentos. Mas a questão chave da vida é: por que as pessoas que NÃO vão descer logo ficam na parte da frente do ônibus?! Já não basta toda essa trama, ainda temos que driblar todos que vão descer “na China” e você no bairro vizinho! Mistério da vida alheia? Vida cotidiana? É somente a vida no latão...


Texto da aluna Kamilly Lourdes F. dos Santos
1ª série C – ensino médio
1º lugar do Colégio da PMPB no Gênero Crônicas
Semifinalista da Olimpíada de Língua Portuguesa 2010 


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Cuidado com a pronúncia...

 

Não é porque o trema foi extinto, sumiu, faleceu, foi abolido, "escafedeu-se" ou qualquer outra expressão que você queira usar que a pronúncia das palavras que o continham mudou. Muita atenção quanto a isso, certo?
Mais abraços e até mais!

O Alfabeto




 

K, W, Y... Agora todas as letras do seu nome fazem parte do nosso alfabeto! 
Se você conhece alguém cujo nome contém essas consoantes, favor avisar. rssss
Abraços e até a próxima!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Reflexões ambientais


 
                Esta foto sempre me faz refletir...

Estamos em um período delicado em nosso país que é o chamado “período eleitoral”. É nele em que evidenciamos (ou não) nossas convicções políticas, expressamos nosso desejo de um país socialmente justo, democrático, honesto, cidadão e por aí vai. E além dessas expectativas hoje em dia temos, também, a tão falada preocupação com o nosso meio ambiente.

É bem certo que nossa esperança de que essas realidades mencionadas sejam proporcionadas pelos nossos políticos, está tão firme quanto as nuvens de fumaça que emanam das chaminés das fábricas, que forjam todos os dias a sua luta contra a camada de ozônio. Mas a gente olha pro céu e num vê nada diferente! Onde está esse “buraco”? Humm, talvez ele esteja escondido, mas as consequências da existência dele e de tantas outras alterações no nosso meio ambiente como a devastação das florestas, poluição dos rios e mares, e emissão de gases tóxicos em nossa atmosfera têm enviado severas mensagens a nós através das catástrofes naturais.

‘Nunca antes na história desse país’ houve tantas enchentes em tão curto espaço de tempo. O mesmo podemos dizer das queimadas e das altas temperaturas em regiões em que, há não muito tempo, o frio imperava. Essas mudanças não são por um acaso e nós, (é... eu e você) temos influência direta nisso tudo. Ah, então “vamos cuidar do planeta para que ele não morra”!? Ou “vamos lutar para deixar um mundo melhor para os nossos filhos e netos”? Não é isso? Eu lhes digo: vamos cuidar para que nós mesmos possamos garantir a nossa subsistência.

Não adianta ficar agindo como se não fosse conosco ou como se ainda houvesse muito tempo para essa reação do meio ambiente ser ainda mais letal. Não mesmo! As respostas estão aí, acontecendo todos os dias para quem quiser ver. E, muitos de nós, não queremos... Por quê? Talvez porque se chover demais e houver desmoronamentos em uma determinada região do país, aquela encosta não vai soterrar a minha casa. Ou talvez porque as queimadas e a diminuição da umidade do ar não estão atingindo meu quarto com ar-condicionado. Será que a geração totalmente conectada virtualmente se desconectou do ‘sentir’ e do ‘solidarizar-se’?

Podemos ter atitudes grandiosas para reverter este quadro, mas elas podem ser bem simples. Como o ato de não jogar o lixo na rua, ou no mar ( e assim colaborar para que outras tartaruguinhas não tenham esse aspecto quando adultas), ou selecionar o lixo reciclável, reduzir o desperdício, fomentar a conscientização!

Aos amigos professores, um lembrete para nós. Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio, ou popularmente conhecidos como PCN’s nos indicam que “Condutas ambientalistas responsáveis subentendem um protagonismo forte no presente, no meio ambiente imediato da escola, da vizinhança, do lugar onde se vive.” E essa deve ser a nossa conduta enquanto educadores. Talvez até já esteja sendo. Só nos falta perceber o eco dessas nossas atitudes nas vozes dos educandos.

Esperamos que todas essas formas de comunicação a que temos acesso tão facilmente na atualidade, sirvam também para levantar as vozes e despertar os corações heroicos (ou nem tanto) para esta mobilização em prol da preservação. Preservação não só do nosso meio ambiente, das riquezas naturais do nosso país ou do nosso lindo planeta... Mas de nós mesmos...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Cordel Ortográfico



E que tal usar o ritmo e a musicalidade, tão inerentes ao nosso povo brasileiro, para mergulhar na Nova Regra Ortográfica da Língua Portuguesa?
Não são tantas mudanças assim, nem tampouco todas elas estão aí expostas. 
Já estão sendo, pouco a pouco, inseridas ao nosso vocabulário e a partir de 2012 elas estarão atuando a todo vapor, sem direito a titubear!
Fica aí, então, a dica para todos nós...
E os créditos são da nossa boa e velha TV Brasil...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Aliados ou inimigos?

Bem, faz uns dias que penso sobre o que eu gostaria de falar primeiro aqui neste espaço... Logo eu que falo muito e tenho tantas e várias coisas a perambular na minha mente...

Enfim, decidi. Aí vai...

Durante algum tempo eu também engrossei o coro daqueles que julgam que as novas tecnologias vieram para afastar cada vez mais as crianças e adolescentes do mundo da aprendizagem, das responsabilidades e blá, blá, blá... Só que, neste último ano, pude reavaliar meus conceitos, através do curso de Mídias na Educação que estou tendo oportunidade de fazer, e observar que nem tudo está perdido nesta seara de novidades e recursos tecnológicos. Internet, TV, Mp3, câmeras digitais, celulares (é, eles, os benditos “inimigos” do bom andamento da aula) e afins podem e devem nos ajudar a ter mais momentos de descontração, melhorar as nossas atividades cotidianas e a interação com os amigos de perto e de longe, ajudar nas descobertas e tal;  mas também nos levam a produzir conhecimento e/ ou nos apropriar dele. É isso mesmo, amigo professor que me lê, não adianta mais ficar choramingando na sala dos professores, dizendo que “esta juventude está perdida” ou que “no meu tempo era assim, assim e assim...”

As mídias estão aí, repletas de possibilidades que nos auxiliam, e muito, no processo de ensino aprendizagem. Quem nunca quis uma aula “diferente” de verdade que me atire o primeiro livro didático que estiver à mão... E essa bendita aula diferente só vem quando integramos o que de melhor fazemos a esses maravilhosos aliados. E posso lhes dizer que o uso desses recursos já me fez descobrir verdadeiras pérolas em sala de aula. Podem acreditar! Foram atores, apresentadores de telejornal, rappers, poetas repentistas, músicos e óbvio, grandes oradores. Experimentem!

Sei que pode parecer meio utópico, já que em meio a tantas dificuldades muitas vezes não temos muito tempo mesmo de interagir com estes recursos e preferimos nos afastar, para não termos mais trabalho. Mas que tal deixar os nossos aprendizes “falarem” por si só um pouquinho? O que dizer de um seminário em que eles podem apresentar o resultado da pesquisa através da mídia que lhes convier? Um vídeo, slides, um jornal mural ou até um jornal ao vivo? Quem sabe a transcrição de uma conversa em um chat ou programa de conversação online simulando um diálogo sobre a temática abordada? Ou um programa de rádio? E por aí vai minha mente a imaginar...

O resultado pode surpreender.

Por hora é só. Porque outra coisa que temos que perceber nesse novo momento das relações humanas é que a interação com os textos  é bem mais rápida e intensa. Textos muitos longos fatalmente ficam sozinhos na metade... Os leitores estão cada vez mais dinâmicos.

Assim, espero que você tenha chegado até aqui comigo...