"Perguntem-me o que fiz na escola, encorajando-me para que eu conte algo.
Mostrem-me um interesse sincero por tudo que eu relatar.
Não caçoem de meus enganos, valorizem antes os esforços que eu dispendi.
Falem de minha escola com carinho!
Digam tudo o que ela precisa saber para compreender-me melhor.
Não falem de meus problemas na minha frente.
Não joguem fora meus trabalhinhos, tão importantes para mim.
Ensinem-me uma frequência assídua.
Ajudem-me a chegar pontualmente na escola.
Mandem justificativa quando eu realmente tiver que faltar.
Não deixem de ir me apanhar na hora certa!Se eu me sentir abandonado, posso ficar com medo de retornar à escola.
Sempre que possível, esteja um de vocês em casa quando eu retornar;
Deem-me um lugar para eu guardar meu material e permitam que eu assuma as primeiras responsabilidades.
Sou uma criança, tratem-me como tal. Não sou nem um adulto em miniatura, nem um bebê.
Não façam comparação entre meu progresso e o do vizinho ou do meu irmão mais velho, ou mesmo com vocês quando tinham a minha idade. Lembrem-se de que eu sou um pequeno indivíduo com minhas próprias características.
Se acaso minha professora solicitar opinião ou acompanhamento de um especialista, não reclamem.
Aceitem, porque estou precisando.
Todo material solicitado visa o meu desenvolvimento global. Não é sem utilidade."
“A integração entre a escola e a família é fundamental na construção dos valores necessários para a formação integral da criança.”
(Texto anônimo em circulação na internet)
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quarta-feira, 15 de março de 2017
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Tribos urbanas e o jovem contemporâneo
Punks, Skinheads, Rappers, White Powers, Clubbers, Grunges, Góticos, Drag Queens, Surfistas, Coloridos, Emos, Skatistas. Estes são apenas alguns grupos juvenis, chamados pelos sociólogos de “tribos urbanas”, encontrados diariamente nos grandes centros urbanos.
O que esses grupos denotam? Em muitos casos expressam os gostos musicais de seus componentes, além de regrarem o modo de vestir, o estilo de cabelo, as atitudes e o dialeto falado (com gírias e expressões próprias) que, em muitos casos, só é compreendido por eles mesmos!!!
Como é sabido por todos, “desde que o mundo é mundo”, o jovem busca meios de expressar sua individualidade e de sentir-se respeitado pelos adultos por suas escolhas e por seu modo de agir, mesmo que seja diferente daqueles que são tidos como “normais”. “E daí, esse é o nosso jeito, pô! Ninguém entende?! Só sabem gritar com a gente! Eu quero assim e pronto, acabou-se! É a minha vida, ora!!! Eu tenho direito, saco!” E por aí vai...
O diálogo entre o jovem contemporâneo e os pais está cada dia mais condicionado ao fato de os pais compreenderem esse universo que cerca seus filhos. E isso tem sido um fator importante, pois muitas vezes esses grupos ou “tribos” conseguem influenciar o jovem muito mais do que seus pais e/ou responsáveis.
E, às vezes, é aí que reside o perigo... Alguns adolescentes e jovens (infelizmente não poucos) têm enveredado pelo caminho do crime por conta de alguns grupos e das regras e normas que deles advêm. Há pessoas sendo espancadas violentamente e já houve casos de vítimas fatais ocasionados por motivos futéis, devido à ação de pessoas mal influenciadas por alguns inconsequentes!
O ponto é: saber passar por essas tendências, grupos, fases, ideias, tribos e afins e vivenciá-los de modo sadio e responsável, já que todas essas experiências fazem parte daquilo que nos compõe e ajudarão a moldar o nosso caráter e personalidade na vida adulta.
(Esse é o resultado de um dos debates ocorridos no 4º bimestre com as turmas de 3º ano do CPM)
Agora a palavra é sua...
Abraços e até mais!!!
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