quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Glamour
Adivinha de onde vem a palavra glamour?
Vem de grammar, a gramática em inglês.
Os escoceses lançaram a moda. No século 17,
grammar virou glamer - qualidade de quem
falava bem, sem erros, de acordo com a norma culta.
Quem tinha glamer? As pessoas educadas,
vestidas com elegância, pra lá de chiques.
A palavra andou por diversas línguas.
Daí para significar charme, encanto pessoal,
magnetismo foi um salto.
Em português, a pronúncia é glamur.
O adjetivo se escreve glamouroso.
Interessante, não?
Até outra vez!
(Fonte: Squarisi, Dad. Dicas da Dad: português com humor, / Dad Squarisi. 10. ed. -São Paulo: Contexto, 2005. p.30)
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Depois das compras, o inesperado...
Tanta gente querida viajou comigo lá no Facebook sobre esse ocorrido, que resolvi guardá-lo aqui no blog...
Lá estou eu com minhas dezenas de sacolas e, como sempre, pensando: "E agora como eu levo tudo isso até o carro?"
O rapazinho que ajuda em troca dos reais, sempre a postos, foi a solução.
Muito solícito ele quis até colocar as compras na mala. E foi aí que descobriu um pequeno tesouro em forma de livros, doado pela minha sogrinha Aparecida Moreira (pessoa culta e letrada) por lá.
E me saiu com essa: "ô tia (tia é lasca!), a senhora pode me dar um livro desses de historinha? Eu gosto de ler antes de dormir."
Eu que nem gosto de fazer todo mundo ler, fiquei a empolgação em pessoa. Por fim, deixei ele com três exemplares, incluindo uma edição de "Os Miseráveis" e saí emocionada e cheia de esperança no futuro da humanidade! Afinal, aquele rapaz de rosto sofrido e vida dura me ensinou que sim.
E fez a minha ida àquele supermercado ter mais sentido...
Até outra vez!
***
Lá estou eu com minhas dezenas de sacolas e, como sempre, pensando: "E agora como eu levo tudo isso até o carro?"
O rapazinho que ajuda em troca dos reais, sempre a postos, foi a solução.
Muito solícito ele quis até colocar as compras na mala. E foi aí que descobriu um pequeno tesouro em forma de livros, doado pela minha sogrinha Aparecida Moreira (pessoa culta e letrada) por lá.
E me saiu com essa: "ô tia (tia é lasca!), a senhora pode me dar um livro desses de historinha? Eu gosto de ler antes de dormir."
Eu que nem gosto de fazer todo mundo ler, fiquei a empolgação em pessoa. Por fim, deixei ele com três exemplares, incluindo uma edição de "Os Miseráveis" e saí emocionada e cheia de esperança no futuro da humanidade! Afinal, aquele rapaz de rosto sofrido e vida dura me ensinou que sim.
E fez a minha ida àquele supermercado ter mais sentido...
Até outra vez!
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