segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Reflexões ambientais


 
                Esta foto sempre me faz refletir...

Estamos em um período delicado em nosso país que é o chamado “período eleitoral”. É nele em que evidenciamos (ou não) nossas convicções políticas, expressamos nosso desejo de um país socialmente justo, democrático, honesto, cidadão e por aí vai. E além dessas expectativas hoje em dia temos, também, a tão falada preocupação com o nosso meio ambiente.

É bem certo que nossa esperança de que essas realidades mencionadas sejam proporcionadas pelos nossos políticos, está tão firme quanto as nuvens de fumaça que emanam das chaminés das fábricas, que forjam todos os dias a sua luta contra a camada de ozônio. Mas a gente olha pro céu e num vê nada diferente! Onde está esse “buraco”? Humm, talvez ele esteja escondido, mas as consequências da existência dele e de tantas outras alterações no nosso meio ambiente como a devastação das florestas, poluição dos rios e mares, e emissão de gases tóxicos em nossa atmosfera têm enviado severas mensagens a nós através das catástrofes naturais.

‘Nunca antes na história desse país’ houve tantas enchentes em tão curto espaço de tempo. O mesmo podemos dizer das queimadas e das altas temperaturas em regiões em que, há não muito tempo, o frio imperava. Essas mudanças não são por um acaso e nós, (é... eu e você) temos influência direta nisso tudo. Ah, então “vamos cuidar do planeta para que ele não morra”!? Ou “vamos lutar para deixar um mundo melhor para os nossos filhos e netos”? Não é isso? Eu lhes digo: vamos cuidar para que nós mesmos possamos garantir a nossa subsistência.

Não adianta ficar agindo como se não fosse conosco ou como se ainda houvesse muito tempo para essa reação do meio ambiente ser ainda mais letal. Não mesmo! As respostas estão aí, acontecendo todos os dias para quem quiser ver. E, muitos de nós, não queremos... Por quê? Talvez porque se chover demais e houver desmoronamentos em uma determinada região do país, aquela encosta não vai soterrar a minha casa. Ou talvez porque as queimadas e a diminuição da umidade do ar não estão atingindo meu quarto com ar-condicionado. Será que a geração totalmente conectada virtualmente se desconectou do ‘sentir’ e do ‘solidarizar-se’?

Podemos ter atitudes grandiosas para reverter este quadro, mas elas podem ser bem simples. Como o ato de não jogar o lixo na rua, ou no mar ( e assim colaborar para que outras tartaruguinhas não tenham esse aspecto quando adultas), ou selecionar o lixo reciclável, reduzir o desperdício, fomentar a conscientização!

Aos amigos professores, um lembrete para nós. Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio, ou popularmente conhecidos como PCN’s nos indicam que “Condutas ambientalistas responsáveis subentendem um protagonismo forte no presente, no meio ambiente imediato da escola, da vizinhança, do lugar onde se vive.” E essa deve ser a nossa conduta enquanto educadores. Talvez até já esteja sendo. Só nos falta perceber o eco dessas nossas atitudes nas vozes dos educandos.

Esperamos que todas essas formas de comunicação a que temos acesso tão facilmente na atualidade, sirvam também para levantar as vozes e despertar os corações heroicos (ou nem tanto) para esta mobilização em prol da preservação. Preservação não só do nosso meio ambiente, das riquezas naturais do nosso país ou do nosso lindo planeta... Mas de nós mesmos...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Cordel Ortográfico



E que tal usar o ritmo e a musicalidade, tão inerentes ao nosso povo brasileiro, para mergulhar na Nova Regra Ortográfica da Língua Portuguesa?
Não são tantas mudanças assim, nem tampouco todas elas estão aí expostas. 
Já estão sendo, pouco a pouco, inseridas ao nosso vocabulário e a partir de 2012 elas estarão atuando a todo vapor, sem direito a titubear!
Fica aí, então, a dica para todos nós...
E os créditos são da nossa boa e velha TV Brasil...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Aliados ou inimigos?

Bem, faz uns dias que penso sobre o que eu gostaria de falar primeiro aqui neste espaço... Logo eu que falo muito e tenho tantas e várias coisas a perambular na minha mente...

Enfim, decidi. Aí vai...

Durante algum tempo eu também engrossei o coro daqueles que julgam que as novas tecnologias vieram para afastar cada vez mais as crianças e adolescentes do mundo da aprendizagem, das responsabilidades e blá, blá, blá... Só que, neste último ano, pude reavaliar meus conceitos, através do curso de Mídias na Educação que estou tendo oportunidade de fazer, e observar que nem tudo está perdido nesta seara de novidades e recursos tecnológicos. Internet, TV, Mp3, câmeras digitais, celulares (é, eles, os benditos “inimigos” do bom andamento da aula) e afins podem e devem nos ajudar a ter mais momentos de descontração, melhorar as nossas atividades cotidianas e a interação com os amigos de perto e de longe, ajudar nas descobertas e tal;  mas também nos levam a produzir conhecimento e/ ou nos apropriar dele. É isso mesmo, amigo professor que me lê, não adianta mais ficar choramingando na sala dos professores, dizendo que “esta juventude está perdida” ou que “no meu tempo era assim, assim e assim...”

As mídias estão aí, repletas de possibilidades que nos auxiliam, e muito, no processo de ensino aprendizagem. Quem nunca quis uma aula “diferente” de verdade que me atire o primeiro livro didático que estiver à mão... E essa bendita aula diferente só vem quando integramos o que de melhor fazemos a esses maravilhosos aliados. E posso lhes dizer que o uso desses recursos já me fez descobrir verdadeiras pérolas em sala de aula. Podem acreditar! Foram atores, apresentadores de telejornal, rappers, poetas repentistas, músicos e óbvio, grandes oradores. Experimentem!

Sei que pode parecer meio utópico, já que em meio a tantas dificuldades muitas vezes não temos muito tempo mesmo de interagir com estes recursos e preferimos nos afastar, para não termos mais trabalho. Mas que tal deixar os nossos aprendizes “falarem” por si só um pouquinho? O que dizer de um seminário em que eles podem apresentar o resultado da pesquisa através da mídia que lhes convier? Um vídeo, slides, um jornal mural ou até um jornal ao vivo? Quem sabe a transcrição de uma conversa em um chat ou programa de conversação online simulando um diálogo sobre a temática abordada? Ou um programa de rádio? E por aí vai minha mente a imaginar...

O resultado pode surpreender.

Por hora é só. Porque outra coisa que temos que perceber nesse novo momento das relações humanas é que a interação com os textos  é bem mais rápida e intensa. Textos muitos longos fatalmente ficam sozinhos na metade... Os leitores estão cada vez mais dinâmicos.

Assim, espero que você tenha chegado até aqui comigo...