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domingo, 7 de junho de 2015

Sugestão de leitura



Nesta obra o autor apresenta crônicas que perseguem o absurdo que marca a existência humana - seja no diálogo imaginário de Don Juan tentando seduzir a própria Morte ou na conversa cotidiana de um casal que se desentende na hora de dormir.

Este é um livro super atraente, de leitura leve e fluída, com crônicas inspiradas em diálogos absolutamente inusitados, muitos deles hilários, trazendo a marca registrada do Luís Fernando. Durante a leitura, arrancou-me umas boas risadas!
Recomendo!



Até outra vez.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Avançando na Olimpíada de Língua Portuguesa


Venho aqui trazer uma excelente notícia a respeito deste concurso pelo qual tenho um carinho e um respeito enormes: o aluno do Colégio da Polícia Militar, Hugo Gabrihel, foi aprovado na etapa Municipal da Olimpíada de Língua Portuguesa, no gênero Crônicas, e agora nos representa na etapa estadual!
Ficamos muito felizes e entusiasmados! 



Ver o trabalho de nossos alunos sendo reconhecido e auxiliar um jovem a se sentir motivado a expressar seus pensamentos através da escrita, é muito gratificante. Enaltecer o trabalho de nossos educadores, neste caso o trabalho belíssimo da professora apaixonada pelo que faz, Luciana Gomes, é motivo de orgulho.

Agradecemos o apoio e incentivo constantes da nossa direção, na pessoa do capitão Elmer Melz Oliveira e do tenente Emiliano de Cristo Teodósio, bem como da nossa coordenação pedagógica do ensino fundamental, na pessoa da professora Ediene Kelly.

Confiantes de que o nosso querido Hugo vai ser semifinalista e representará a Paraíba na etapa nacional, parabenizamo-lo, assim como à professora e grande incentivadora, Luciana Gomes, educadora brilhante e ser humano ímpar.



Até outra vez!!!!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Batalha no latão

Como sempre, vindo de mangabeira, bairro da escola ou por causa das aulas que dou ou por causa da educação física, sempre tenho que voltar de ônibus e SEMPRE esses malditos ônibus vêm lotados! Por que meu Deus? Por quê?
E que comece a batalha! Peguem as espadas, adagas e escudos; é hora de entrar no latão! Para começar já é o empurra-empurra na porta do ônibus: vencer a primeira etapa é passar pela catraca, afinal é meia hora de fila até a catraca. É focar num espaço e entrar. Focou o espaço e entrou é hora de saber se você cabe lá, porque sempre um espertinho toma seu lugar por direito...
E é aquela falta de ar, aquele arrocho, aquele amasso, e suor, pessoas vindo do trabalho, escola, parque de diversão... E minha viagem segue dentro do latão. Não preciso me segurar, as pessoas já me seguram. É um completo vácuo, nem o ar passa! E a vida no latão continua, quando começa a briga do bêbado com o cobrador. Inicia o show. Gritos, apoio moral e xingamentos. Mas a questão chave da vida é: por que as pessoas que NÃO vão descer logo ficam na parte da frente do ônibus?! Já não basta toda essa trama, ainda temos que driblar todos que vão descer “na China” e você no bairro vizinho! Mistério da vida alheia? Vida cotidiana? É somente a vida no latão...


Texto da aluna Kamilly Lourdes F. dos Santos
1ª série C – ensino médio
1º lugar do Colégio da PMPB no Gênero Crônicas
Semifinalista da Olimpíada de Língua Portuguesa 2010